Ofuscado por xará, Matheus França volta a se destacar em clássicos

Matheus França ficou no banco por um tempo e passou a ter menos oportunidades. No entanto, a joia do Mengão parece estar voltando a jogar em alto nível. A entrada contra o Vasco foi crucial para mudar a partida, conduzindo a equipe ao ataque e descolando o pênalti que deu tranquilidade ao Flamengo na disputa pela final. Pedro converteu e dificultou a vida dos vascaínos, que ficaram por dois gols atrás no placar agregado. Ayrton Lucas matou o jogo no apagar das luzes.
Nos últimos jogos, incluindo clássicos, Matheus Gonçalves foi a bola da vez. O jovem chegou a marcar contra o Botafogo, além de entrar jogando muito bem nas outras partidas. Gonçalves, inclusive, perdeu espaço nos últimos jogos. Sua última partida foi contra o próprio Vasco, mas na penúltima rodada da Taça Guanabara. O jogador foi expulso no jogo de ida e não pôde atuar na volta da semifinal contra o Vasco.
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Depois de se ver ofuscado pelo xará, Matheus França voltou a encantar e mostrar o porquê de ser o jogador que o Flamengo mais aposta nesta geração. Prova disso são as recusas de vendas para o exterior. França poderia ter pintado na Inglaterra, por exemplo, mas o Mengo não aceitou proposta muito parecida com a dos Wolves por João Gomes.
O Newcastle ofereceu 20 milhões de euros (R$ 111 milhões), valor até pouco superior ao pago pelo Wolverhampton, que contratou o volante revelado pelo Fla e que foi titular em 2022. João, inclusive, chegou à Seleção Brasileira, sendo convocado para a próxima Data Fifa. A propostas, assim como negociações por permanência, podem ter atrapalhado o desempenho. Mas agora, França começa a engrenar.
Vitor Pereira rasga elogios a Matheus França
Com o Mundo Bola presente na sala de coletiva de imprensa do Maracanã, Vitor Pereira falou sobre a entrada de Matheus França, concordando que a joia mudou o clássico contra o Vasco. Além disso, o técnico comentou as dificuldades da partida.
“A entrada do França deu essa profundidade que estava faltando naquele momento, ficando mano a mano com os jogadores da frente. E no um contra um, ele é um jogador diferenciado. Em uma ação explosiva, consegue o pênalti e outra oportunidade de gol que podia ter feito”, diz.