Filipe Luís e Léo Pereira trabalham forte para enfrentarem Olimpia

O Flamengo vive a expectativa de ter o elenco completo para o duelo com o Olimpia, pela Libertadores. Assim, os jogadores que não foram relacionados para o jogo contra o Cuiabá, pelo Brasileirão, se apresentaram na manhã deste domingo no CT Ninho do Urubu para realizem atividades.
O Fla possui três jogadores no departamento médico e corre contra o tempo para recuperá-los. São eles: Filipe Luís, Léo Pereira e Erick Pulgar. Além dos contundidos, a dupla Gabigol e Arrascaeta está suspensa por acúmulo de cartões amarelos e treinou no centro de treinamento.
Leia mais: Cahê Mota inicia busca por primeiro Arrascaeta do Brasil
De acordo com o portal “ge”, o clube está mais otimista com as situações de Filipe e Léo Pereira. O experiente lateral se recupera de edema na posterior da coxa esquerda e o zagueiro sofre com desconfortos musculares desde o início da temporada.

Por outro lado, o caso de Erick Pulgar é mais complicado. O volante chileno sofreu grave lesão muscular e, a princípio, retornaria no jogo de volta entre Flamengo e Olimpia. Contudo, ainda não iniciou a transição com a fisioterapia.
Analista explica por que Filipe Luís é mais útil que Ayrton Lucas no esquema do Flamengo
Após muito tempo no banco de reservas, Filipe Luís voltou a ter oportunidades no Flamengo e chocou com o nível de atuação aos 37 anos e após sofrer muitas lesões recentemente. O lateral recebeu muitos elogios e teve sua titularidade no time cogitada mais uma vez.
Dessa forma, o analista Rodrigo Coutinho explicou o motivo de Filipe Luís desempenhar melhor que Ayrton Lucas no esquema de Jorge Sampaoli. Com o retorno de Bruno Henrique, o corredor esquerdo passou a ser ocupado pelo camisa 27 e o espaço passa a surgir na parte central do campo.
Sendo assim, Ayrton tem poucas oportunidades de realizar ultrapassagens durantes as partidas. Por outro lado, Filipe segue sendo referência de lateral-construtor e consegue atuar mais centralizado com maestria.
“Na prática, dentro de uma ocupação de espaços mais racional, como pede o futebol atual para furar defesas fechadas, o lateral-esquerdo do Flamengo não terá o ‘corredor’ para atacar aberto em grande parte dos jogos. E tal movimento é justamente o mais forte realizado por Ayrton. Essa é a explicação para a queda de produção que o atleta teve com Sampaoli”, explica o analista.