Bruno Spindel fala sobre volta do futebol no Seleção Sportv

O diretor executivo de futebol do Flamengo falou sobre o retorno do campeonato carioca. Andre Rizek, Carlos Cereto e Bárbara Coelho comportam a bancada para conversar com Spindel.
Bruno Spindel assegurou que a partida entre Flamengo e Bangu, a ser realizada na quinta, 18, não afetará o hospital de campanha do Maracanã. O diretor reforçou o protocolo de segurança realizados pelo Flamengo, seguindo a linha de discurso de Rodolfo Landim.
Rizek comentou que ainda não há acordo de transmissão entre Flamengo e Bangu. A partida ocorrerá às 21h dessa quinta feira.
Segundo ele, o Flamengo já tendo realizou mais de 1000 testes no clube depois do retorno aos treinos no Ninho. 500 testes só nas últimas semanas. Enquanto recuperava o sinal do diretor, Rizek lembrou que Spindel foi representante do Flamengo na última reunião arbitral que determinou o retorno do campeonato.
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Quando perguntado se não seria mais prudente a Federação reunir os clubes para retornar com mais segurança, Spindel falou que os jogadores se posicionaram positivamente para voltar, e que os procedimentos de segurança diminuiria os índices de infecção social.
“Reunião arbitral foi democrática“
Para Bruno, o debate na reunião arbitral ocorreu de forma ampla e democrática, mas entende que todos os clubes poderiam ter voltado aos treinos quando foram autorizados. O diretor exalta a importância do campeonato carioca, e que Botafogo e Fluminense deviam respeitar as determinações da reunião.
Quando questionado se o retorno do futebol, encabeçado pelo Flamengo, não passa uma mensagem política, Spindel relembrou que o Flamengo não é partidário e que conversa com todos os políticas. Discurso alinhado com a nota solta a algumas semanas sobre o assunto.
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Spindel falou que a experiência do campeonato carioca tem potencial para ser um exemplo para os demais torneios, tanto estaduais como o Brasileirão. Em suma, o diretor executivo utilizou a mesma linha argumentativa de Landim em outras entrevistas, minimizando o cenário de crise de saúde, com a suposta ideia de exemplo a ser seguido por seus protocolos.