Técnico holandês pode ser decisivo para o futuro de Andreas Pereira

Hoje não é mais segredo a divisão interna no Flamengo para a compra de Andreas Pereira. A dupla Marcos Braz e Bruno Spindel ainda são favoráveis à transação. Enquanto outros vice-presidentes são contrários ao negócio. Contudo, um novo personagem pode animar quem é contra a compra.
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Trata-se do técnico holandês Erik Ten Hag. Anunciado pelo Manchester United na última quinta-feira (21), o holandês conhece Andreas de outros Carnavais. Os dois trabalharam juntos na base e no profissional do PSV, da Holanda. O treinador ainda era auxiliar na época.
Inclusive, Erik Ten Hag já tentou levar Andreas para o Ajax quando estava à frente do time. No entanto, Andreas recusou a oferta por respeito ao PSV. Mas esse reencontro pode estar perto de acontecer. O diretor do clube inglês, John Murtough, já ligou para o volante brasileiro e garantiu portas abertas em Old Trafford.

Marcos Braz despista sobre negócio com Manchester United
Com os crescentes rumores de desistência do negócio, o vice-presidente do futebol Marcos Braz vem recebendo diversos questionamentos sobre Andreas Pereira. O acordo entre Flamengo e Manchester United gira em torno de 10 milhões de euros. Além disso, o novo compromisso do meio-campista com o Rubro-Negro está fechado em cinco anos.
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Em sua última entrevista, o vice de futebol Marcos Braz revelou um pedido que os ingleses fizeram durante as tratativas rubro-negras para a possível compra de Andreas. Se antes o dirigente não comentava sobre o assunto, o vice-presidente falou sobre a possibilidade e um bastidor da negociação com os ingleses.
“O Andreas, de fato, teve uma fatalidade num jogo importante e com certeza isso é um peso adicional nesse processo. Quando a gente fez a primeira proposta o United disse: ‘Vocês precisam vir aqui pra gente tratar alguns temas. A gente foi lá’. Estamos usando o tempo que está apto a gente, para fazer as avaliações. Pressão de torcida, interna, temos que ficar atentos, mas temos que ser mais frios para decisões”, contou o dirigente.
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Em seguida, Braz comparou a situação de Andreas Pereira com as chegadas de Gerson e Gabigol. O meio-campista custou 11,8 milhões de euros (R$ 49,7 milhões, na cotação da época), enquanto o Príncipe foi de R$ 96,9 milhões, segundo o balanço do clube.
“Queria deixar registrado. Quando contratamos o Gerson, o questionamento foi o mesmo em relação a pagamento, valor. Até do Gabigol, quando se falava de números, se tinha questionamentos”, disparou.