Souza, Brocador, Vini Jr., Gabigol e Bruno Henrique: comemoração do chororô atravessa gerações

03/09/2023, 11:01
Atualizado: 01/11/2023
Souza, Brocador, Vini Jr., Gabigol e Bruno Henrique: comemoração do chororô atravessa gerações

O Flamengo venceu o Botafogo pela 146ª vez na história do clássico e em mais uma oportunidade o autor do gol fez a comemoração do chororô. Essa provocação, assim, teve início em 2008 com os jogadores do Alvinegro se reunindo na coletiva pós-derrota para o Mais Querido na final da Taça Guanabara. Os atletas reclamavam da arbitragem, com alguns inclusive chorando e visivelmente abalados.

O Souza, logo, foi o criador do chororô. O ex-atacante idealizou a comemoração, uma semana após o título em cima do Botafogo, contra o Cienciano, do Peru, pela Libertadores. A partir daí, outros jogadores rubro-negros começaram a repetir a provocação.

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Em 2013, Hernane Brocador junto com André Santos protagonizaram o “chororô” contra o Botafogo na Copa do Brasil. Na ocasião, o Flamengo goleou por 4 a 0 pelas quartas de final e eliminou o rival. O atacante, aliás, marcou um hat-trick e foi o grande destaque da noite no Maracanã.

Posteriormente, Vinicius Júnior chegou para reacender a provocação. Após anos sem tê-la, a cria do Ninho entrou no segundo tempo e marcou um dos gols da vitória sobre o Botafogo pela semifinal da Taça Guanabara de 2018. O astro do Real Madrid, à época, tinha apenas 17 anos.

No ano seguinte, Gabigol tratou de ser o principal responsável por praticar a comemoração dali em diante. O então camisa 9 marcou um dos gols na virada do Flamengo sobre o Botafogo pelo Campeonato Brasileiro, no Maracanã. O “chororô” feito pelo atacante ocasionou em grande confusão na partida.

Por fim, Bruno Henrique chamou a responsa de reviver a comemoração em pleno Nilton Santos, com o golaço marcado que deu a vitória ao Mais Querido.

Bruno Henrique esclarece comemoração do chororô contra Botafogo

Após a vitória, Bruno Henrique comentou sobre a comemoração, relembrou outras ocasiões e prezou respeito apesar da provocação ao Botafogo.

“O chororô é como eu falei, não sou o primeiro jogador que fez um gol contra o Botafogo e fez o chororô. Então que seja uma comemoração sadia, nada em clima de confusão e nem nada. Respeito muito a instituição do Botafogo. O que eu fiz aqui fica aqui, que não saia para fora”, disse BH.


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Fellipe Perdigão
Autor
Sou jornalista, formado pela FACHA, de 21 anos. Pouco tempo na área de jornalismo, mas com sonhos, que eram inimagináveis, conquistados, como a cobrir a final da Copa do Brasil, em 2022, no Maracanã. Objetivo é continuar na busca de mais realizações!