
Soneto da Libertadores
Noites como a que ontem vivi
São as que nos alimentam a alma
Intensa mistura de sentimentos extremos
Acabam com o pouco que tenho de calma
Da pilastra 41 é gol do Flamengo
Em minutos vejo um chileno empatar
De costas pro campo, busco esperança
Como se só lá no alto pudesse encontrar
Assim que me viro, vira o nosso centroavante
Alegria desmedida, infinita apenas enquanto dura
Veio a vitória, mas ainda não veio a classificação
Depois de um mar de contas, lembro por um instante
Não existiria o dia claro, se não fosse a noite escura
Glórias precedidas de lutas, assim foi forjada a Nação
Felipe Foureaux escreve todas as quintas-feiras. Siga-o no Twitter: @FoureauxFla
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