“Se o chute do Paquetá entra no gol, a conversa seria diferente...”
Tá.
Se o time aguentasse mais trinta segundos no Gasômetro…
Leia + no blog Alfarrábio do Melo: Qual a última vez que o Flamengo havia feito quatro de diferença fora de casa em Brasileiros?
Se o Diego não perdesse o pênalti contra o Palmeiras…
Se o Diego não mandasse pra lua o gol da vitória contra o Corinthians em Itaquera...
Se o Diego (de novo) não perdesse o pênalti na final contra o Cruzeiro…
Se o Everton não perdesse na cara do goleiro do Independiente…
Se entrasse a bola que o Dourado chutou na trave contra o Botafogo…
Se o Uribe não perdesse um gol sem goleiro contra o São Paulo…
Se o árbitro marcasse o pênalti no Marlos contra o Cruzeiro…
Se a canelada do Pará na trave de Itaquera fosse no gol…
Se…se...SE…
Futebol não tem “SE”. Tem resultado.
RE-SUL-TA-DO.
Quando pararmos com o “veja bem”, tirarmos a planilha do altar e passarmos a respeitar as mensagens que o RESULTADO nos tem sistematicamente enviado, talvez voltemos a erguer taças.
Porque trabalho que não dá RESULTADO é um trabalho indefensável.
É simplista? É. Mas anda faltando simplificar determinadas coisas no Flamengo.
Boa semana a todos,
Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72
Imagens destacadas no post e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo
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