Rodrigo Coutinho: 'Aleatório não entrou em campo e o Flamengo jogará semifinais da Copa do Brasil'

O Flamengo avançou mais uma fase na Copa do Brasil. No entanto, parece não ter impressionado tantas pessoas. É o caso de Rodrigo Coutinho, que escreve no UOL sobre a classificação. Para o profissional, foi uma obra do acaso o empate no jogo de ida e trata classificação rubro-negra como algo com ausência de aleatoriedade.
“Bem que o Furacão tentou ser mais agressivo em relação ao primeiro jogo, mas não deu. Voltou a recuar demasiadamente no início do 2º tempo e foi punido por um Flamengo mais criativo, desta vez dentro da Arena da Baixada. Por uma obra do acaso o rubro-negro carioca não construiu a vantagem no duelo do Maracanã, quando foi amplamente superior e produziu bastante. Nesta quarta-feira, o ‘aleatório’ não entrou em campo e o Mais Querido jogará as semifinais da Copa do Brasil”, opina o profissional.
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Rodrigo ainda analisa o controle do Flamengo sobre a partida e diz que depois que o time de Dorival Júnior conseguiu se organizar defensivamente, não saiu mais do campo adversário e não correu riscos
“O time (do Athletico), porém, não conseguiu nenhuma finalização contundente. O Flamengo encontrou algumas dificuldades para encaixar a marcação na metade inicial da 1ª etapa. Demorou a se encontrar com João Gomes protegendo os espaços na frente da área, mas depois que se organizou, se instalou de vez no campo rival. Gabigol foi o responsável pelo chute mais perigoso da equipe aos 41′. Arrascaeta já tinha assustado antes”, lembra o jornalista.
Jornalista também faz críticas ao time do Flamengo
Apesar dos destaques positivos, Rodrigo também tem adendos sobre a passividade flamenguista em alguns momentos. Ele comenta a insegurança em algumas jogadas de ataque, mas coloca culpa da grama sintética.
“Faltou mais velocidade e segurança nas ações ofensivas do rubro-negro carioca. Errou muitas jogadas pela não-adaptação ao gramado sintético, principalmente com Everton Ribeiro. O lado direito era o mais produtivo com as movimentações de Gabigol e as subidas constantes de Rodinei. Vidal organizava bem os ataques. Arrascaeta estava apagado e o mesmo volume não era visto pelo lado esquerdo”, opina.