Premiação a jogadores do Flamengo: veja como será distribuição em casos de título

Atualizado: 27/11/2025, 10:35
Taças da Libertadores e Brasileirão expostas pelo Flamengo

O Flamengo entra em campo no próximo sábado (29), em Lima, de olho não apenas na Glória Eterna, mas também em uma compensação financeira histórica. A diretoria rubro-negra e os jogadores fecharam um sistema de premiação com um "gatilho" especial. O valor a ser recebido pela possível conquista da Libertadores será turbinado caso o time confirme também o título do Brasileirão.

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O modelo de remuneração variável, segundo o jornalista Rodrigo Mattos, do "Uol", foi desenhado para incentivar a hegemonia nacional e continental simultânea. Com cinco pontos de vantagem sobre o Palmeiras no Brasileirão e restando apenas duas rodadas, a chance de o gatilho ser acionado é altíssima.

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Como funciona a divisão da premiação do Flamengo

Para a final da Libertadores contra o Palmeiras, a Conmebol pagará ao campeão um prêmio de US$ 24 milhões (aproximadamente R$ 128 milhões na cotação atual).

O acordo interno do Flamengo estabelece que, do valor total (R$ 128 milhões), serão descontados os impostos. Do valor líquido restante, o clube repassará 50% (metade) para ser dividido entre o elenco.

O diferencial deste ano está na acumulação. O Brasileirão sempre foi tratado internamente como uma competição essencial. Por isso, a diretoria instituiu que a conquista nacional serve como um multiplicador.

Se o Flamengo levantar a taça do Brasileirão, o que pode acontecer na próxima rodada, dada a vantagem na tabela, o pacote total de premiação sofre um acréscimo significativo, validando o esforço do grupo em manter o alto nível nas duas frentes.

A estrutura atual de premiação reflete a filosofia de gestão do atual presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap). O mandatário sempre foi um entusiasta do modelo de remuneração atrelada ao desempenho, defendendo que uma fatia maior dos ganhos dos atletas venha das conquistas esportivas e não apenas dos salários fixos.

Comparação com 2019

A política de dividir os lucros das taças com os jogadores não é novidade, mas o modelo sofreu ajustes. Em 2019, no início da gestão de Rodolfo Landim, o clube distribuiu 35% do valor bruto das premiações do Brasileiro e da Libertadores.

Agora, o modelo foca no valor líquido, mas com uma porcentagem maior (50%) para a competição continental, além do gatilho de acumulação que pode tornar 2025 um dos anos mais lucrativos para os atletas rubro-negros.

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James Brito
Autor
26 anos, natural de Vitória da Conquista (BA), jornalista em formação pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Curioso por natureza, busca no esporte um campo infinito para observar, aprender e comunicar.