Tem, mas acabou
Ah, que semana, hein amigos! Teve de tudo, até futebol. Futebol ruim, mas teve. Vamos ao resto...
Efeito borboleta
Geuvânio custou alguns milhões e veio apenas para derrubar o departamento de futebol. Quem diria que, ao classificar o Botafogo, estaria cortando a cabeça de Caetano & Cia?
Não é nada, não é nada...
Em enquete realizada em meu perfil em uma famosa rede de microblogs, 95% dos quase 1.500 votantes afirmaram que celebraram mais a demissão em massa de 2018 do que o título de 2017. Às vezes o Ferjão vale muito...
No blog: Peraltadas #36 - Vale o Estadual?
Aplausos
Perfeito o timing para se livrar do arcaico e decorativo Jayme. No meio da barca, sem protagonismo, seu discurso vitimista não fez eco. A Fox nem lembrou de ligar para sua esposa.
Agora vai
Juninho perdeu a linha e o sempre competente setor de notas oficiais não perdeu tempo. Não é possível que agora a Globo não tenha percebido que não há mais clima pro ex-jogador de Vasco e Sport participar das transmissões dos jogos do Flamengo.
Trenzinho
Falando na mamãe, a Globo Rio conseguiu ‘apenas’ 38 pontos com 58% de share com Flamengo x Botafogo, enquanto a Globo SP marcou 42 pontos com 61% com Corinthians x São Paulo. Tudo bem que a (ausência de) torcida alvinegra não colabora, mas o rubro-negro já está sem saco com esse time. (Até o fechamento desta modesta coluna, não tivemos acesso aos números do fim de semana).
Reformulação
Sai o diretor que não ganhou nada (mesmo com os gastos do futebol passando de R$ 147mi em 2015 para R$ 350 mi em 2017) e entra o Noval. É uma aposta, mas uma aposta válida. Não caiu do céu, fez por merecer. Vamos acompanhar.
Reformulação 2
Quanto à possível efetivação do Barbieri, faço uma compilação das palavras do meu amigo @Homer_Fla: “Barbieri chegou ao Flamengo com uma credencial interessante para ser auxiliar técnico, por ser jovem, ter métodos de treino modernos, preferência por futebol ofensivo e alguma experiência como treinador. Foi uma boa chegada, mas para treinador a história é totalmente diferente. (...) Uma promoção com só três meses não tem consistência nenhuma, seria cair de paraquedas no cargo. (...) A diretoria tem de decidir o que pensa sobre futebol. Os cargos da comissão técnica não são todos intercambiáveis. Técnico, coordenador, gerente, auxiliar, todos têm funções e atribuições diferentes. Nem todo auxiliar tem capacidade para ser treinador e tem treinadores que tem mais capacidade enquanto treinadores do que teriam como auxiliares. (...) O Flamengo precisa buscar um treinador com alguma experiência para agora e manter a comissão técnica. Se em médio-longo prazo o Barbieri se mostrar um auxiliar excepcional e com perfil para treinador, aí sim estuda uma promoção.”
Pra fechar
Em tempos de liminar em habeas corpus preventivo, já vou lançar uma hashtag só por via das dúvidas. #ForaCuca
José Peralta não é apenas mais um rostinho bonito cornetando o time. Toda segunda-feira suas peraltadas estão aqui no Blog CRFlamenguismo.
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