Payet pediu conselho a craque do Flamengo antes de acertar com o Vasco

O Vasco da Gama apresentou o meia Dimitri Payet na manhã desta sexta-feira (18), em São Januário. Principal reforço da temporada, o francês chega ao Brasil para tentar salvar o seu novo clube de mais um rebaixamento, e a decisão de vir ao país contou com um conselho de Gerson, volante do Flamengo.
Payet e Gerson foram companheiros de time no Olympique de Marseille, durante as duas temporadas em que o Coringa esteve no clube francês. Em entrevista coletiva, o novo camisa 10 do Vasco contou sobre a sua relação com o ex-colega de vestiário, e disse que recebeu boas referências sobre o cruzmaltino.
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“Falei com o Gerson pelo telefone, eu queria saber como ele vê o Brasil, para falar do Vasco. Passamos dois anos juntos, eu ficava ao lado dele no vestiário. Eu o ajudei quando ele chegou à França, mas foi difícil para ele no começo. Por isso, senti que ele podia me ajudar e reforçou que seria bom vir para cá. Assim como falei com Luis Henrique, do Botafogo, e tive muitos retornos positivos sobre o Vasco”, afirmou Payet.
De casa nova, o jogador de 36 anos teria recusado propostas da Arábia Saudita e da Turquia, para acertar com o Vasco. De acordo com o jornal francês “L’Équipe”, o jogador optou por uma aventura esportiva em detrimento de melhores ofertas financeiras.
Payet é o “xodó” de técnico do Flamengo
Assim, nova referência técnica do Vasco da Gama, Dimitri Payet também trabalhou com Jorge Sampaoli nos tempos de Olympique de Marseille. E a parceria teve sucesso na França, quando ambos estabeleceram uma rápida conexão, e o meia-atacante caiu nas graças do treinador argentino. Em entrevista em 2021, o atual técnico do Flamengo apontou Payet como um dos melhores jogadores que já foram treinados por ele.
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“Considero que o Dimitri joga em um nível muito elevado, pelas suas qualidades. Assim, na minha carreira de treinador, ele é um dos melhores jogadores com quem já trabalhei. Pessoalmente, acho que ele tem que estar sempre em campo, às vezes há pancadas, cansaço, lesões. Mas ele é o líder técnico, ele cria faíscas. Portanto, para mim, é o jogador-chave desta equipe tão jovem e inexperiente”, disse Sampaoli.