Olhar de Ancelotti em atropelo no clássico pode carimbar passaporte de selecionáveis do Flamengo

A noite de gala do Flamengo no Estádio Nilton Santos teve um espectador mais do que ilustre. Enquanto a Nação Rubro-Negra fazia a festa com o atropelo por 3 a 0 sobre o Botafogo, o técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, acompanhava cada movimento do clássico das tribunas. E o que o italiano viu foi um verdadeiro recital do time comandado por Leonardo Jardim.
➕ Leonardo Jardim explica como anulou o Botafogo e celebra evolução defensiva do Flamengo
A visita do comandante da Amarelinha teve um propósito claro: observar de perto os jogadores que figuram na sua pré-lista para os próximos amistosos internacionais. E para a alegria do torcedor rubro-negro, os representantes do Mengão deram um show à parte.
O carimbo com um golaço de falta
A pré-convocação de Ancelotti já contava com nomes de peso que estiveram em campo, como os rubro-negros Alex Sandro, Léo Pereira e Lucas Paquetá (além do lateral Danilo, do Botafogo). Se havia qualquer dúvida na cabeça do treinador italiano sobre a fase desses atletas, os 90 minutos no Engenhão serviram para apagar todas elas.
O grande destaque da "audição" foi Léo Pereira. O zagueiro não apenas ajudou a erguer a muralha que impediu o Botafogo de marcar, como também cravou uma pintura de falta, mandando a bola no ângulo e provando que vive o auge de sua maturidade técnica e física. Foi o carimbo perfeito no passaporte para a Seleção.
Domínio absoluto no meio e na lateral
Além do zagueiro-artilheiro, Ancelotti pôde observar de perto a dinâmica de Lucas Paquetá na engrenagem de Leonardo Jardim. O camisa 8 flutuou com maestria, ditou o ritmo e ajudou a asfixiar o meio-campo rival, mostrando que está pronto para ser o motor criativo do Brasil. Na lateral esquerda, Alex Sandro esbanjou a segurança e a experiência de quem domina o setor, anulando as investidas do ataque alvinegro.
Para o Flamengo, o saldo é perfeito. A equipe amassa o rival fora de casa, entra de vez na briga pela liderança do Brasileirão e ainda reafirma o seu papel histórico: ser a grande vitrine e a base de talentos para a Seleção Brasileira. Quem ganha com isso é a Nação, que vê seus ídolos voando baixo em 2026.












