Reforços ou permanência? A condição imposta por Leonardo Jardim para o Flamengo se movimentar no mercado

O Flamengo venceu o Botafogo, mas o técnico Leonardo Jardim sabe que a temporada é longa e o calendário impiedoso. Questionado sobre a janela de transferências interna - que permite negociações entre clubes brasileiros até o dia 27 de março -, o comandante português foi direto: o elenco é curto, mas qualificado, e ele só aceita mudanças se for para elevar o nível do grupo.
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Jardim revelou que trabalha hoje com um grupo enxuto e mandou um recado claro sobre a manutenção dos seus principais ativos.
Elenco curto e a ajuda da base
O Mister detalhou a atual composição do plantel rubro-negro, destacando que não há espaço para perdas sem reposição à altura. Atualmente, o Flamengo conta com 21 jogadores de campo, número que sobe para 23 com os retornos médicos de Bruno Henrique e Saúl.
"Acho que temos um número ótimo, porque a seguir temos alguns jovens no sub-20 que vão nos ajudar quando voltarem da Libertadores", explicou Jardim, mostrando que está de olho no recorde histórico que os garotos acabaram de bater no Uruguai.
A postura no mercado: "Melhorar, não diminuir"
Sobre a possibilidade de novas contratações, Jardim adotou uma postura pragmática. Ele citou as chegadas recentes de Vitão e Paquetá como exemplos de movimentos que qualificaram o grupo e reforçou que o Flamengo, por sua grandeza, deve estar sempre atento. Porém, impôs uma condição para as saídas.
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Portas abertas para reforços: "O Flamengo tem necessidade de ter sempre um elenco extremamente competitivo, está aberto àquilo que é melhorar o elenco."
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Veto a saídas prejudiciais: "Se for para perder jogadores deste elenco, é melhor ficar com estes que estão."
A frase de Jardim soa como um "escudo" para o elenco após a vitória no clássico. Em um momento de entrosamento e ascensão tática, o treinador não quer ver a espinha dorsal do time desfeita para equilibrar contas ou por propostas que não permitam uma reposição imediata de mesmo nível.












