Cristian relembra derrota no Flamengo: 'Maior tristeza da minha vida'

O futebol é feito de vitórias e derrotas, mas existem alguns resultados que ficam marcados na história. E uma das derrotas mais doloridas para o torcedor do Flamengo é a eliminação para o América do México, nas oitavas de final da Libertadores de 2008. Em participação em podcast, o ex-volante Cristian relembrou com tristeza do confronto.
Na Libertadores daquele ano, o Flamengo encarou o América do México nas oitavas. No primeiro jogo, o Rubro-Negro venceu por 4×2, em pleno Estádio Azteca, abrindo grande vantagem na eliminatória. Na volta, o Flamengo perdeu por 3×0 e protagonizou um dos maiores vexames de sua história.
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“Futebol não pode, as pessoas levam na brincadeira. Nesse jogo aí, era o último do Papai Joel, e começou tudo errado. Tinha bolo, festinha. Ficou azedo, porque ninguém comeu. Mas foi tudo errado. A gente não foi pelo caminho que a gente ia, chegamos atrasados no Maracanã. Tudo errado. Chegamos lá, muito bolo, doce, aquela coisa de despedida do Joel”, iniciou Cristian.
“Ele (Joel) já não entrou com o mesmo time, sacou eu e Fábio Luciano, para poupar… Nós demos mole, esse jogo aí é para ser esquecido. Era muita festa, muito oba-oba, e aí nada acontece. Nosso time era muito bom. E o Maracanã uma festa, torcida acompanhando a gente, empolgada. Eu acho que foi a maior tristeza da minha vida, como jogador de futebol foi essa”, lamentou o ex-jogador.
Cristian acreditava em grande campanha na Libertadores
Em uma época em que o Flamengo passava por graves problemas financeiros e não contava com o elenco estrelado dos tempos atuais, o Rubro-Negro conseguiu montar um forte time para a disputa da Libertadores de 2008. Por isso, Cristian lamenta ainda mais a eliminação, pois acreditava que o time estava pronto para ser disputar o título.
“No México nós deitamos, ganhamos de 4×2, Joel passando mal, nesse jogo a gente deitou. Azteca, Cabañas, mas nós deitamos. Kléberson, eu, Ibson. Eu tinha quase certeza que pelo menos na final nós iriamos chegar, o time era muito bom. Tardelli, Marcinho, Souza, Obina, Léo Moura, Juan. Nosso time era muito encaixado”, disse, antes de completar.
“Para mim uma das Libertadores mais fáceis que eu já joguei foi aquela. Pô, nosso time era muito bom, de grupo, de jogar, era muito bom”.