
O panorama atual pode degradar ainda mais com a chacota da imprensa, dos torcedores em geral; diminuindo a percepção de ajuste profissional.
Não é segredo para ninguém que o Flamengo vive um início de gestão completamente desastroso na Comunicação. Seja na pasta de Comunicação ou mesmo através do pronunciamento de seus dirigentes, invariavelmente mal-preparados.
Erros em série provocam a revolta da torcida nas mídias sociais, pichações e tentativas de “dialogar” no CT. Os torcedores já foram chamados de simpatizantes, “rubro-índios”, “rubro-brancos” e agora de semi-analfabetos pelo dirigente amador de Relações Externas ao explicar que haveria pretexto político na recente pichação no muro da Gávea, pois a mesma teria sido escrita com grafia correta, diferente do que um “verdadeiro torcedor” faria (pano rápido!).
Uma pasta de Comunicação (e de Marketing!) entregue a um dos piores VP’s que esta gestão tem em seus quadros, o Gustavo Oliveira. O que significa que este panorama pode degredar ainda mais, virando chacota da imprensa, dos torcedores em geral; diminuindo a percepção de ajuste profissional que a gestão anterior, depois de longas décadas, conseguiu dar ao Flamengo. E agora está sendo jogada no ralo.

O futebol com a manutenção do dinossauro Abel, incapaz de montar uma segunda linha defensiva, usada em 10 entre 10 dos times de fato competitivos no futebol moderno, segue no comando, com o time apresentando diversos problemas defensivos tomando gol a cada jogo. E todo time vencedor começa com uma defesa consistente. E este repúdio ao Abel é visto como político pela gestão atual, que, em um episódio vergonhoso, quis punir o presidente anterior por motivos espúrios em algo que eles mesmos causaram quando tinham como aliados a presidência do COAD, impedindo que a chapa que foi fazer seu registro primeiro não escolhesse a cor que queria (azul), causando então, talvez propositalmente, a confusão posterior.
É hora de colocar a bola no chão e pensar menos no amiguismo empoderado que impera na conduta “administrativa” desta gestão. Trabalhar para o Flamengo, para que saiam em 2021 encontrando o clube melhor que encontraram. E não destruído.